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Bastidores de Madonna no Rio: rainha de bateria barrada e fila para todo lado

Cantora se apresentou neste domingo (2) em quase duas horas de show da turnê “MDNA” Enquanto Madonna se preparava para subir ao palco do Parque dos Atletas, zona oeste do Rio, às 23h deste domingo (2), na primeira apresentação no Brasil da turnê mundial “MDNA”, famosos e também anônimos aguardavam ansiosos o começo do show. De acordo com números da produção, 67 mil pessoas estiveram presentes ao local. Filas nos banheiros, nos pontos de ônibus e nas lanchonetes, com preços abusivos, marcaram a noite carioca.

Bastidores da Madonna no Rio

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RAINHA BARRADA. Viviane Araújo, rainha de bateria do Salgueiro, foi barrada na área vip. Tratou de ir com seu grupo de cinco amigos para perto da grade do palco. Muito tumulto, muita gente. Resolveu ver o show na lateral, se esbaldando de tanto dançar e cantar, forçando o inglês nos refrões mais conhecidos.

VIPS. A área vip tinha nomes como Reynaldo Gianecchini, Alinne Moraes, Taís Araújo, Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank, Mateus Solano e Christine Fernandes. Todos chegaram ali a partir de ônibus fretados saídos do Copacabana Palace, na zona sul.

DJS VAIADOS. Foi sob vaias intensas que Felguk, nome artístico da dupla de DJs e produtores musicais brasileiros Felipe Lozinsky e Gustavo Rozenthal, se apresentou, preparando o terreno para Madonna. Eles substituíram Will.i.am, do Black Eyed Peas, que abriria o show, mas cancelou a participação de última hora.

NO SMOKING. Ainda antes da subida da cantora, uma pessoa da organização, ao microfone, pediu para que ninguém fumasse no local. “Solicitamos a todos, incluindo os artistas, que o ambiente esteja livre do fumo na hora do show”. Claro que o pedido não foi atendido.

MAIORIDADE. Em sua maioria, o público era formado por uma geração superior ao que se viu no show da Lady Gaga, no mês passado na cidade. Centenas de casais gays de trinta e quarenta anos se esbaldaram ao som de Holiday”, “Masterpiece” e “Justify my love”.

PORTUNHOL. Em conversa com a plateia, Madonna arriscou um “portunhol”: “Aqui é muito caliente!”. Para depois se declarar par seus fãs brasileiros, sempre em tom provocador. “Vocês são calientes, são quentes. Quem é quente aqui?”.

CIRCULANDO. Na área vip, uma assessora se incomodava quando via jornalistas parados, comendo ou descansando, antes mesmo da apresentação. Pedia para que a imprensa “circulasse, não ficasse parada nos cantos”.

CORAÇÕES DE GÁS. Durante a canção “Open your heart”, centenas de balões vermelhos, em formato de coração, foram levantados. Foi a surpresa dos fãs para a diva americana, que retribuiu com sorrisos.

PREÇOS ABUSIVOS. Não só o ingresso custando 360 reais, mas os preços de produtos consumidos dentro do Parque dos Atletas deixou os fãs da cantora assustados. Uma porção de batata frita, por exemplo, saía por 10 reais. Um copo de água a 5 reais…

CAPA SEM CHUVA. Pior para quem pagou pela capa de chuva – a previsão era de temporal para o começo da madrugada, mas não caiu nem ao menos uma gota. A capa era vendida na entrada a 20 reais. O que mais se via ao término do show era capa de chuva, inutilizada, deixada pelo caminho.

RIO X SÃO PAULO. Em uma das primeiras vezes em que se dirigiu ao público, Madonna cometeu uma gafe ao vivo, dizendo “E aí, São Paulo. Tudo bem?”. Ela acabou recebendo vaias do público. Depois, mais algumas músicas adiante, corrigiu dizendo que ama o Rio, o Brasil.

CAOS NA SAÍDA. Sem taxis suficientes, poucos ônibus e filas, muitas filas. Para ir embora, muita gente teve que esperar mais do que durou o tempo de apresentação de Madonna. Duas horas e meia era o tempo de permanência nas filas dos ônibus, a 10 reais, que levariam os fãs a pontos predeterminados da cidade.

PRÓXIMA PARADA. Este é o primeiro de quatro shows da popstar no Brasil em 2012. Ela também canta em São Paulo, no Morumbi (4 e 5) e em Porto Alegre (9).

O disco que Lennon autografou para seu assassino

De acordo com uma reportagem do site da revista NME, um disco com um autógrafo de John Lennon dado ao seu assassino, Mark Chapman, vai ser leiloado pela internet. O álbum que John Lennon autografou para Mark Chapman horas antes de ser assassinado por ele está sendo vendido por seu atual dono, Gary Zimet.

disco que Lennon autografou para seu assassino

O disco foi encontrado do lado de fora do edifício onde o músico morava, em Nova York, e ficou famoso graças a imagens que mostravam Lennon assinando a capa pouco antes de devolver o LP a Chapman. Esta é a terceira vez que a cópia de Double Fantasy vai à venda. O site Moments In Times, especializado em negociações de autógrafos, não exibe um preço mínimo a ser pago pelo item, que custou US$ 525 mil no passado, pouco mais de um milhão de reais.

“Double fantasy” foi assinado pelo ex-Beatle horas antes de ser morto, em 8 de dezembro de 1980.O assassino cumpre pena de prisão perpétua, e recentemente foi transferido para uma prisão de segurança máxima em Nova York. Já teve seu pedido de liberdade negado sete vezes, a última em agosto de 2012.

A qualquer momento: música nova do Strokes

Os fãs do Strokes (eu) podem comemorar. Quer dizer, podem morrer de nervoso, já que uma rádio de Seattle anunciou que já recebeu o novo single da banda e a faixa se chama “All The Time”.

Strokes

De acordo com uma publicação no Facebook da rádio The End 107,7, o CD foi enviado pela RCA Records. “Podemos dizer que em breve estaremos tocando a nova música dos Strokes e garantimos que vocês não irão se decepcionar”.

Sem se aprofundar em detalhes, um representante da emissora postou a seguinte mensagem no Facebook: “Ouvindo a prévia da nova dos Strokes, “All The Time”, graças à RCA Records. Em breve a ‘vazaremos’, vocês não ficarão desapontados”. Logo após o lançamento de “Angles” em 2011, o baixista Nikolai Fraiture revelou à Rolling Stone que a banda já estava trabalhando no seu sucessor. “Estamos tentando não perder o momento tirando um tempo de folga para depois termos que ‘reiniciar todo o sistema’.”

Que venha single, disco e por que não, shows no Brasil, né?

A banda dos sonhos

A banda dos sonhos

Liam Gallager nos vocais, Flea no baixo, Johnny Marr na guitarra e Dave Grohl na bateria. Seria essa a banda dos sonhos? Bom, segundo os usuários do site revista New Music Express (NME), essa seria a banda perfeita.

A votação escolhia os melhores integrantes para a formação da “Ultimate Band” e os resultados saíram na edição dessa semana da revista. Para os leitores, a formação da banda ideal ainda teria Bez (Happy Mondays), como “o outro cara”. Nem o próprio Liam acredita que foi eleito o melhor vocalista. Ele perguntou à revista se Keith Moon, Reni, Paul McCartney ou Mani não estavam concorrendo.

Morrissey, Alex Turner, David Bowie, John Lennon, Paul McCartney, Kim Deal, Jimi Hendrix, Matt Helders e Keith Moon são só alguns dos nomes de artistas que também apareciam na listagem. E para você, quem deveria entrar na lista?

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