A Expo Music é um lugar muito loko, tem de tudo, guitarra, baixo, cavaquinho, pandeiro, batera, os camisa preta do rock, a galera do jazz, os camisa colorida do rock tmbm :-) , em fim, é um lugar onde a diversidade fala alto!

Amanhã estarei lá no stand da revista falando sobre Mix in the Box, que nada mais é do que a mixagem feita no computador. A MITB como é conhecida, está se tornando uma frequente cada vez mais nos trabalhos mixados mundo a fora.

Como sempre existem aqueles que gostam e os que não gostam. Eu mixo desde mil novecentos e Don Pedro em consoles com outboards, e este ano comecei a me dedicar totalmente as MITB, confesso que no começo torci um pouco o nariz, mas hj em dia estou me divertindo e muito!

Algumas coisas que eu já sabia que ia gostar estão me fazendo curtir muito essa parada, como por exemplo a praticidade, flexibilidade, agilidade e felizmente o resultado! Estou muito contente com o resultado das mixes que venho fazendo MITB, meu, tá soando bem pra cacete!

Tem muito engenheiro de som trabalhando totalmente MITB, tanto no rap, onde o grave é uma necessidade, na dance music, onde o grave é necessidade tmbm, quanto no rock, onde o grave ultimamente também está sendo uma MEGA necessidade!

Confesso que não mixo 100% na máquina, eu uso uns gears que tenho da Chandler, como o Curve Bender e o Zener Limiter para darem um boost em algumas coisas, como over head de batera (onde o Zener é ANIMAL!!!), e se precisar baixo e guitarra tmbm. Sim, esses outboards são os mesmos que eu uso nas minhas masters!

Detalhe, eu nunca faço bounce, eu sempre mixo “pra fora” usando o meu conversor e volto por esse mesmo conversor “pra dentro”, claro que pra isso eu preciso de no mínimo quatro canais.

E será exatamente esse o assunto que estarei falando lá na feira, sobre essa visão que estou tendo das mixes no computador.

um abraço e até lá!